| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Hirundinidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Espécie: | P. tapera |
Também conhecida como andorinha, chabó (Araraquara, SP), major, taperá e uiriri(AM), a andorinha-do-campo é uma ave passeriforme da família Hirundinidae.
Medindo cerca de 17,5 cm, é uma espécie grande, cor de fuligem, garganta e abdômen brancos, e a parte inferior da cauda, também é branca. Somente os jovens possuem penas azuis.
Sua voz é rouca e metálica “tschri”, e seu canto é mais melodioso “djü-il-djü”, “dchri-dchri-dchrruid”. Dispõe, no sul do país, de notável canto de madrugada, executado em vôo.
As aves dessa espécie são rigorosamente entomófagas, sendo um dos maiores consumidores de plâncton aéreo, comem cupins, formigas, moscas e até abelhas.
A espécie reproduz-se na Amazônia e nidifica no Sul nos meses mais quentes. Para procriar usa vários tipos de ocos, e é extensamente dependente do ninho do joão-de-barro (Furnarius rufus), onde prepara uma tigela macia, utilizando esterco.
Habita o campo e a paisagem aberta de cultura. Tenta voar contra o vento. O casal costuma dormir junto no ninho (o que não é comum em aves). Pousa sobre fios elétricos. Torna-se inquieta ao amanhecer e ao anoitecer. Aumenta seu piar e grinfar até ocupar o lugar de dormir.